Na tarde desta segunda-feira (13) a Prefeitura de Poá emitiu através da sua rede social, uma nota referente ao acordo do banco Itaú com a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da sonegação tributária, da Câmara Municipal de São Paulo.

Em nota, a Prefeitura afirma que a notícia veiculada na imprensa causou a surpresa da administração municipal, que solicita com urgência esclarecimentos do Banco, quanto ao assunto.

A Prefeitura de Poá emitiu em nota, que o banco Itaú sempre cumpriu no município suas responsabilidades sociais, e confia que a instituição não vai tomar medidas que serão prejudiciais à 40% do orçamento da cidade, originários do ISS (Imposto Sobre Serviço).

Acompanhe na íntegra a nota emitida pelo Órgão Municipal:

“A Prefeitura de Poá teve conhecimento, via imprensa, sobre um possível acordo do Itaú com a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Sonegação Tributária, da Câmara de São Paulo, realizado na última quinta-feira (09), para transferir as suas operações para o município de São Paulo.

O banco Itaú está em operação em Poá desde 20 de março de 1992, contribuindo com o crescimento e desenvolvimento da cidade com os recolhimentos tributários devidos (ISSQN).

A notícia veiculada necessita de esclarecimentos e causou surpresa à Administração Municipal e a todos os poaenses, e, assim, buscando esclarecer os fatos, a Prefeitura está em contato com o banco e aguarda, com urgência, a designação de reunião.

O banco Itaú sempre manteve ao longo de sua história senso de grande responsabilidade social sendo conceituada mundo afora.

A Prefeitura de Poá tem plena confiança que o banco Itaú não adotará nenhuma postura que venha a prejudicar drasticamente o orçamento municipal, e, consequentemente, os serviços essenciais da população, como saúde, educação e segurança.

Desde 2017, a Prefeitura de Poá luta para não perder quase 40% da sua arrecadação anual, referentes a operação do Itaú na cidade, tudo por conta de uma alteração na Lei Federal do ISS, que, por ora, após muitos esforços, encontra-se suspensa por medida cautelar proferida pelo Supremo Tribunal Federal.

A hora é de união e luta, concluiu o prefeito Gian Lopes.”

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