sexta-feira, 27 novembro 2020

Uma “nova cidade” dentro de Mogi das Cruzes. Empresa promete bairro gigante “padrão Alphaville”

A empresa Alden Desenvolvimento Imobiliário, fruto da sociedade entre as empresas Helbor Empreendimentos S/A e a Suzano Holding promete criar uma “nova cidade” para milhares de habitantes, dentro do município de Mogi das Cruzes nos próximos anos.

O empreendimento imobiliário anteriormente chamado de Condomínio Fazenda Rodeio e que atualmente se chama Plano Urbanístico Reserva da Serra do Itapety promete surpreender todo mundo por conta de suas dimensões e beleza. Ele ficará localizado entre César de Souza e o Botujuru.

Semelhante ao bairro de Alphaville, localizado entre as cidades de Barueri e Santana do Parnaíba na grande São Paulo, o futuro empreendimento imobiliário de Mogi das Cruzes é a tentativa de se criar artificialmente um bairro de grandes proporções em uma grande área nas encostas da Serra do Itapety.

O futuro empreendimento será formado por uma série de condomínios fechados de alto e médio padrões, chamados Residenciais, além de um grande centro industrial e empresarial.
Já existe um grande cuidado da Alden Desenvolvimento Imobiliário para a obra, com plano de manejo da fauna e da flora, além do planejamento urbano e a construção de uma estação própria para tratamento de esgoto.

O novo empreendimento terá tudo que uma cidade tem, e poderá receber até como hospitais, centros comerciais, universidades e outros.
As obras deverão ser executadas em etapas, ao longo das próximas décadas, numa área de cerca de 1000 hectares, com capacidade para receber milhares de moradores.

A área, de 1000 hectares (equivalente a 1.345 campos de futebol), é o dobro da que deu origem nas cidades de Barueri e Santana do Paraíba, ao bairro Alphaville, em 1970.

No local, também será implantado o Parque Linear do Ribeirão Botujuru, que será aberto à população, e terá corredores ecológicos para preservação de espécies animais e vegetais.
A previsão é que, em 2021, as unidades comecem a serem apresentadas para os interessados. Para se conseguir levar o maquinário pesado para o espaço foram necessários oito anos para que as 29 licenças de âmbito municipal, estadual e federal fossem liberadas.

(com imagens da Aflalo Gasperini Arquitetos)